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I aos Coríntios – “O dia a dia de uma comunidade cristã local”

07/06/2012


I Coríntios é uma epístola que volta a sua atenção para o cotidiano da igreja, com ênfase em desafios específicos existentes dentro da comunidade; desafios que envolvem os relacionamentos inter-pessoais e os voltados para o cultivo da espiritualidade a partir da prática do culto e do exercício dos dons espirituais. Sua grande importância é alinhar os valores que norteiam a vida  cristã e os bons hábitos de convivência.

A igreja atual passa por uma crise sem precedentes. Há muitas situações que precisam ser discutidas e conversadas para que se encontre caminhos que conduzam a saúde integral do Corpo. A crise atual da Igreja é evidente no modo como trata a Palavra de Deus; na maneira como procura relacionar-se com o sagrado; nas idéias norteadoras do procedimento sexual, relacional, comunitário e de consideração às autoridades. Sendo assim é necessário que busquemos na Bíblia respostas para as nossas perguntas e orientações claras para enfrentarmos as nossas crises.

Uma igreja que considera as Escrituras como referência para seus posicionamentos, é uma igreja que tem condições de enfrentar as crises e manter-se integra, sem perder em qualidade, vivacidade e testemunho. O estudo dessa epístola, ajudará e muito na importante tarefa de fortalecer nossas bases para melhor representar Cristo nessa terra.

Parar à estudar a primeira epístola de Paulo aos Coríntios possibilita refletir sobre a vida diária da igreja. A intenção básica dessa série de estudos é despertar os irmãos a enfrentarem corretamente os desafios que surgem dentro da igreja como comunidade dos “pecadores redimidos” e ajudá-los a desenvolverem uma espiritualidade que se conforme com os propósitos de Deus para as suas vidas.


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O TEMPO

29/05/2012

1 – Deve ser usado para guardar os Mandamentos: Quem dera que eles tivessem tal coração, que me temessem e guardassem em todo o tempo todos os meus mandamentos, para que bem lhes fosse a eles e a seus filhos, para sempre! Vai, dize-lhes: Tornai-vos às vossas tendas.

2 – Deve ser utilizado para servir ao Senhor: Bendirei o SENHOR em todo o tempo, o seu louvor estará sempre nos meus lábios (Sl 34.1).

3 – Precisa ser bem administrado: Ensina-nos a contar os nossos dias, para que alcancemos coração sábio (Sl 90.12).

4 – Favorece o cultivo da amizade: Em todo tempo ama o amigo, e na angústia se faz o irmão (Pv 17.17).

5 – É bênção dada por Deus: Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo propósito debaixo do céu: há tempo de nascer e tempo de morrer; tempo de plantar e tempo de arrancar o que se plantou; tempo de matar e tempo de curar; tempo de derribar e tempo de edificar; tempo de chorar e tempo de rir; tempo de prantear e tempo de saltar de alegria; tempo de espalhar pedras e tempo de ajuntar pedras; tempo de abraçar e tempo de afastar-se de abraçar; tempo de buscar e tempo de perder; tempo de guardar e tempo de deitar fora; tempo de rasgar e tempo de coser; tempo de estar calado e tempo de falar; tempo de amar e tempo de aborrecer; tempo de guerra e tempo de paz (Ec 3.1-8).

6 – Usado para a realização dos propósitos divinos: Porque para todo propósito há tempo e modo; porquanto é grande o mal que pesa sobre o homem (Ec 8.6).

7 – Deve ser cuidado com atenção e vigilância: Vigiai, pois, a todo tempo, orando, para que possais escapar de todas estas coisas que têm de suceder e estar em pé na presença do Filho do Homem (Lc 21.36).

8 – Precisa ser resgatado para não ser desperdiçado: Remindo o tempo, porque os dias são maus. Por esta razão, não vos torneis insensatos, mas procurai compreender qual a vontade do Senhor. (Ef 5.16).

9 – Finais, marcados por muitos problemas: Sabe, porém, isto nos últimos dias, sobrevirão tempos difíceis, (II Tm 3.1).

10 – De acordo com um frase de sabedoria: “Cada minuto que passa é um milagre que não se repete”! (Rádio Relógio, década de 70).

Pr Samuel Suana

A EXPECTATIVA PELO NOIVO

15/05/2012

REVENDO AS BASES DO NOSSO RELACIONAMENTO COM CRISTO

Mateus 25.1-13 compara o relacionamento dos seguidores de Cristo com o próprio Senhor como as moças que acompanhavam a Noiva no encontro com o Noivo em uma típica cerimônia de casamento dos tempos de Jesus. Deviam ficar atentas com suas lamparinas bem abastecidas para tornar o encontro mais elegante, festivo e alegre. Na parábola, metade do grupo estava agindo corretamente e a outra metade estava displicente em relação ao seu compromisso. Por essa razão perderam “a grande oportunidade” de participar do significativo momento do encontro do noivo com a noiva.

O texto, por analogia, revela a qualidade da experiência cristã de muitas pessoas. O conhecimento que muitos “frequentadores de igreja” possuem sobre Deus, Bíblia e a Salvação é muito raso. É como a descrição de Ezequiel 47 apresenta: “água pelos pés e artelhos”. O conhecimento de Deus precisa ser aprofundado para que o compromisso seja mais resistente e duradouro.

A Evangelização que tais pessoas receberam (e se contentaram com isso) foi a baseada nas emoções e calcadas nas promessas apenas e não aquela que apela ao raciocínio e à vontade e também implica em renúncia e em conversão. Tal evangelização é fruto das entranhas da “sociedade de consumo” que incentiva a pessoa a fazer aquisições para que, através delas, seja feliz.

A vida de igreja parece ser um modo de “conformar” as pessoas à um novo estilo religioso (Romanos 12.1 e 2) e não uma proclamação a que se arrependam, se convertam e sigam a Jesus. Proclamação feita por João Batista, por Jesus e também pelos apóstolos no início da Igreja Cristã. Temos medo de chamar as pessoas ao auto-entristecimento. Negamos o que foi dito por Paulo que a “tristeza segundo Deus produz arrependimento” que é a base da conversão e da “Nova Vida”.

Jesus, tem recebido pouca atenção em nosso tempo. Tem ganhado alguma atenção quando tal atenção agrega “nossos interesses” e nos traz a sensação de que somos atendidos em nossas necessidades.

Jesus deve ser o “centro de nossas atenções” pois é o NOIVO, o Dono da Festa. Isso deve fazer toda a diferença em nossa maneira de “olhar para Jesus”. Ele é a pessoa mais importante, o “casamento” é dEle (Efésios 5.23-28 e 32), a festa foi Ele quem promoveu e fomos escolhidos como convidados para fazer parte do Seu povo e de Seus projetos.

Jesus é o Senhor da Igreja. No Novo Testamento temos a informação de que, pela obra que exerceu, conquistou o “posto” de Senhor. Filipenses 2.5-8 apresenta essa verdade. Quando se diz que Ele é o Senhor, está se afirmando que tem a primazia, o direito conquistado de dar as ordens, de estabelecer as diretrizes do caminhar cristão. Dessa forma, sai da condição de Servidor e passa a condição de Soberano, de Rei. Controla, decide, tem o governo, possui autoridade.

Ser cristão é ser mais do que religioso. É ir além da liturgia e do cerimonial do culto. Ser cristão é ser parecido com Cristo. É ter o coração ligado ao do Mestre Querido e estar preso à Ele como o galho está preso à árvore (João 15). Ser religioso não é suficiente, é necessário ter o caráter de Cristo, a mente de Cristo e trazer em “nosso corpo as marcas do Senhor Jesus”.

O tempo no que vivemos é marcado por muitos desafios, entre eles o de nosapegarmos às coisas materiais. Somos bombardeados por todo tipo de “provocação de consumo” e é apresentado à nós a mensagem sedutora que “os bens materiais” são eternos e duradouros. Estamos vivendo sob a “Fúria de Mamom” (Mateus 6.24)!

Nunca a igreja foi tão solapada com essa tirania. Mamom está nas ruas, nas praças e também nas mensagens evangélicas (Teologia da Prosperidade).Outro desafio que a igreja enfrenta e que faz parte da guerra que, como cristãos , enfrentamos nesse mundo é distração e o egoísmo. Perdemos o foco essencial por causa dos atrativos estampados na “rede do pecado” (I João 2.15-17).

Tais entretenimentos parece legitimar o senhorio humano de nossas decisões, eliminando o poder e a autoridade de Cristo. É necessário verificar o que é mais significativo para o fortalecimento do nosso espírito, de nosso “homem interior”.

 

Feliz é a Nação cujo Deus é o Senhor!

09/02/2012

Feliz é a Nação cujo Deus é o Senhor!

A todos os queridos amigos que tem acessado essa página, que a graça do nosso amado Senhor seja convosco!

Nesses últimos dias tem chegado ao meu coração o desejo de conhecer mais Jesus! Tenho lido a Bíblia, e o Espírito Santo tem iluminado os meus olhos a “ver” Jesus nas Escrituras Sagradas! Ele é o nosso Salvador e Senhor! Disse aos Seus discípulos que os tinha como amigos e que, por essa razão preparou um lugar de eterna comunhão!

“Conhecer Jesus: o mais significativo projeto de vida”.

Leia a Bíblia! Nela está a razão da nossa esperança! Este é o único livro que tem poder para transformar vidas!

Pr Samuel Suana

Jesus Cristo: Deus Presente!

09/02/2012

JESUS É RECONHECIDO COMO DEUS

Estudo ministrado na OBPC de Pindamonhangaba no dia 09/12/2012

 

É muito importante que a Igreja do Senhor fundamente bem sua crença na pessoa de Jesus Cristo. Ele é o fundamento da Fé Cristã e o Único que pode representar a Divindade entre os homens. Se crermos só na sua humanidade teremos problemas (anulamos a sua divindade). Se negarmos a Sua humanidade negaremos o seu sacrifício e a sua morte vicária (substitutiva) pelo ser humano. É necessário acreditarmos no Deus que se humanizou e esteve entre nós, de acordo com João 1 e Filipenses 2.

A seguir observaremos algumas argumentações fundamentadas em textos bíblicos que nos ajudam a alinhar corretamente a nossa crença na pessoa de Cristo. Tal conhecimento permitirá que tenhamos mais subsídios para “explicar a razão da nossa fé àqueles que nos indagarem”. Não precisamos fugir dos desafios; precisamos conhecer a Palavra de Deus para defender nossa fé que são os valores que nos dão sustentação.

 

1 – Os atributos de divindade:

a – Eterno. Jo 1.15; Jo 8.58; Jo 17.5 e 24; Hb 1.11 e Jo 1.1

b – Onipresente. João 3.13; Mt 18.20 e 28.20

c – Onipotente. Ap 1.8; Jo 5.19; Hb 1l3; Mt 28.18

d – Onisciente. João 16.30; 21.17; 2.24 e 25

e – Imutável. Hb 13.8; 1.12

 

2 – Cargos da divindade:

a – Criador. Hb 1.10; João 1.3; Cl 1.16

b – Sustentador. Cl 1.17; Hb 1.3

 

3 – As prerrogativas da divindade:

a-      Perdoar. Mt 9.2 e 6; Lc7.47. Conferir com At 8.20 e 22

b-      Ressuscitar. João 20.25,28; 6.39, 40, 54; 11.25

c-      Julgar João 5.22; II Co 5.10 e At 10.42

 

4 – Identificado com o Senhor do Antigo Testamento

Sl 102.24-27. Conferir com Hb 1.10-12; Is. 6.1 e Jo 12.41

 

5 – Ele recebe nomes que denotam divindade:

Metáforas: João 6.41 e 50; João 10.9; João 14.6; João 15.5; Ap 22.13

Emanuel : Is 7.14 e Mt 1.22,23

Logos : João 1.1-5, 9-14; Ap 19.13

Filho do Homem – At 7.56 e Mt 12.32

Senhor : Pai ( Mt 4.7; 11.25); Filho ( Mt 7.22; 8.2; 14.28) At 16.31; Rm 10.9 e Fl 2.11

Filho de Deus : João 10.36,33; João 5.21,22,23,26; João 10.10

Deus : João 1.1; João 1.18; João 20.28; Tt 2.13; Hb 1.8

 

6- Certas relações provam sua divindade

Mt 28.19; II Co 13.13; João 10.31; João 14.23 e II Ts 2.16,17

 

7 – Culto divino lhe é prestado

Lc 5.8; Mt 14.33; 15.25; 28.9; I Co 1.2

 

8. Própria consciência

Lc 2.49 e 50; Mt 3..17; Jo 8.58; Jo 17.11.

 

Recomendamos que todos os textos sejam conferidos e examinados. Tal exercício permitirá o conhecimento mais amplo e uma visão mais bíblica dessa doutrina cardeal das Sagradas Escrituras.

 

Pr Samuel Suana

Pérolas do Senhor Jesus encontradas no Evangelho de Marcos

09/02/2012

Pérolas do Senhor Jesus encontradas no Evangelho de Marcos

São muitas as proposições feitas pelo Senhor e registradas pelos evangelistas. Tais pronunciamentos evidenciam a sabedoria do Mestre e Seu empenho a que os seres humanos assimilassem visão do Reino de Deus aqui na terra.

A seguir, segue uma relação de versículos falados pelo Senhor Jesus e registrados por Marcos. Textos que apresentam princípios éticos e espirituais que, se lidos, cridos e praticados podem contribuir e muito para a construção de uma espiritualidade sadia e duradoura.

  1. Ninguém deita remendo de pano novo em roupa velha; doutra sorte o mesmo remendo novo rompe o velho, e a rotura fica maior. E ninguém deita vinho novo em odres velhos; doutra sorte, o vinho novo rompe os odres e entorna-se o vinho, e os odres estragam-se; o vinho novo deve ser deitado em odres novos”. (Mc 2.21 e 22);
  2. E, se um reino se dividir contra si mesmo, tal reino não pode subsistir; E, se uma casa se dividir contra si mesma, tal casa não pode subsistir”. (Mc 3.24 e 25);
  3. Eis aqui minha mãe e meus irmãos. Porquanto qualquer que fizer a vontade de Deus, esse é meu irmão, e minha irmã, e minha mãe”, (Mc 3 35);
  4. E disse-lhes: Atendei ao que ides ouvir. Com a medida com que medirdes vos medirão a vós, e ser-vos-á ainda acrescentada a vós que ouvis.Porque ao que tem, ser-lhe-á dado; e, ao que não tem, até o que tem lhe será tirado”. (Mc 4.24 e 25);
  5. Porque a terra por si mesma frutifica, primeiro a erva, depois a espiga, por último o grão cheio na espiga. E, quando já o fruto se mostra, mete-se-lhe logo a foice, porque está chegada a ceifa”. (Mc 4.28 e 29);
  6.   “Não há profeta sem honra senão na sua pátria, entre os seus parentes, e na sua casa”. (Mc 6.4);
  7. Nada há, fora do homem, que, entrando nele, o possa contaminar; mas o que sai dele isso é que contamina o homem.Porque do interior do coração dos homens saem os maus pensamentos, os adultérios, as prostituições, os homicídios”, (Mc 7.15 e 21);
  8. Mas Jesus disse-lhe: Deixa primeiro saciar os filhos; porque não convém tomar o pão dos filhos e lançá-lo aos cachorrinhos”. (Mc 7.27);
  9. E chamando a si a multidão, com os seus discípulos, disse-lhes: Se alguém quiser vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome a sua cruz, e siga-me. Porque qualquer que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á, mas, qualquer que perder a sua vida por amor de mim e do evangelho, esse a salvará. (Mc 8.34 e 35);
  10. Pois, que aproveitaria ao homem ganhar todo o mundo e perder a sua alma? Porquanto, qualquer que, entre esta geração adúltera e pecadora, se envergonhar de mim e das minhas palavras, também o Filho do homem se envergonhará dele, quando vier na glória de seu Pai, com os santos anjos”. (Mc 8.36 e 38);
  11. Se alguém quiser ser o primeiro, será o derradeiro de todos e o servo de todos. Qualquer que receber um destes meninos em meu nome, a mim me recebe; e qualquer que a mim me receber, recebe, não a mim, mas ao que me enviou”. (Mc 9.35 e 37);
  12. Porquanto, qualquer que vos der a beber um copo de água em meu nome, porque sois discípulos de Cristo, em verdade vos digo que não perderá o seu galardão”. (Mc 9.41);
  13. E qualquer que escandalizar um destes pequeninos que crêem em mim, melhor lhe fora que lhe pusessem ao pescoço uma mó de atafona, e que fosse lançado no mar. E, se a tua mão te escandalizar, corta-a; melhor é para ti entrares na vida aleijado do que, tendo duas mãos, ires para o inferno, para o fogo que nunca se apaga, E, se o teu olho te escandalizar, lança-o fora; melhor é para ti entrares no reino de Deus com um só olho do que, tendo dois olhos, seres lançado no fogo do inferno”, (Mc 9.42, 43 e 47);
  14.   “Porém, desde o princípio da criação, Deus os fez macho e fêmea.Por isso deixará o homem a seu pai e a sua mãe, e unir-se-á a sua mulher,E serão os dois uma só carne; e assim já não serão dois, mas uma só carne.Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem”. (Mc 10.6-9);
  15. Filhos, quão difícil é, para os que confiam nas riquezas, entrar no reino de Deus! É mais fácil passar um camelo pelo fundo de uma agulha, do que entrar um rico no reino de Deus”. (Mc 10.24 e 25);
  16. Em verdade vos digo que ninguém há, que tenha deixado casa, ou irmãos, ou irmãs, ou pai, ou mãe, ou mulher, ou filhos, ou campos, por amor de mim e do evangelho, Que não receba cem vezes tanto, já neste tempo, em casas, e irmãos, e irmãs, e mães, e filhos, e campos, com perseguições; e no século futuro a vida eterna. Porém muitos primeiros serão derradeiros, e muitos derradeiros serão primeiros”. (Mc 10.29-31);
  17. Mas entre vós não será assim; antes, qualquer que entre vós quiser ser grande, será vosso serviçal; E qualquer que dentre vós quiser ser o primeiro, será servo de todos. Porque o Filho do homem também não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate de muitos”. (Mc 10.43-45);
  18. Não está escrito: A minha casa será chamada, por todas as nações, casa de oração? Mas vós a tendes feito covil de ladrões”. (Mc 11.17);
  19. Por isso vos digo que todas as coisas que pedirdes, orando, crede receber, e tê-las-eis. E, quando estiverdes orando, perdoai, se tendes alguma coisa contra alguém, para que vosso Pai, que está nos céus, vos perdoe as vossas ofensas. Mas, se vós não perdoardes, também vosso Pai, que está nos céus, vos não perdoará as vossas ofensas”. (Mc 11.24-26);
  20. Ainda não lestes esta Escritura: A pedra, que os edificadores rejeitaram, Esta foi posta por cabeça de esquina; Isto foi feito pelo Senhor E é coisa maravilhosa aos nossos olhos?”(Mc 12.10 e 11;
  21. E Jesus, respondendo, disse-lhes: Dai pois a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus. E maravilharam-se dele”. (Mc 12.17);
  22. Porquanto, quando ressuscitarem dentre os mortos, nem casarão, nem se darão em casamento, mas serão como os anjos que estão nos céus. E, acerca dos mortos que houverem de ressuscitar, não tendes lido no livro de Moisés como Deus lhe falou na sarça, dizendo: Eu sou o Deus de Abraão, e o Deus de Isaque, e o Deus de Jacó? Ora, Deus não é de mortos, mas sim, é Deus de vivos. Por isso vós errais muito”. (Mc 12.25-27);
  23. E Jesus respondeu-lhe: O primeiro de todos os mandamentos é: Ouve, Israel, o SENHOR nosso Deus é o único Senhor. Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento, e de todas as tuas forças; este é o primeiro mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Não há outro mandamento maior do que estes”. (Mc 12.29-31);
  24.   “E, quando ouvirdes de guerras e de rumores de guerras, não vos perturbeis; porque assim deve acontecer; mas ainda não será o fim.Porque se levantará nação contra nação, e reino contra reino, e haverá terremotos em diversos lugares, e haverá fomes e tribulações. Estas coisas são os princípios das dores”. (Mc 13.7 e 8);
  25. Ora, naqueles dias, depois daquela aflição, o sol se escurecerá, e a lua não dará a sua luz. E as estrelas cairão do céu, e as forças que estão nos céus serão abaladas. E então verão vir o Filho do homem nas nuvens, com grande poder e glória”. (Mc 13.24-26);
  26. E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado. E estes sinais seguirão aos que crerem: Em meu nome expulsarão os demônios; falarão novas línguas; Pegarão nas serpentes; e, se beberem alguma coisa mortífera, não lhes fará dano algum; e porão as mãos sobre os enfermos, e os curarão”. (Mc 16.15-18).

Espero que a leitura dessa seleção de textos sagrados, ditos pelo Mestre dos Mestres possa enriquecer a vida espiritual de todos que tiverem acesso a esse documento. As palavras do Senhor Jesus são poderosas para produzir em nós a vida que Deus deseja que vivamos. O apóstolo Paulo disse que “o Evangelho é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê”.

Deus vos abençoe.

Pr Samuel Suana

Cooperação, o modo de viver da Igreja

04/09/2011

Cooperação

Ao pensar a Igreja de Jesus e a razão para sua existência aqui na terra, percebe-se o valor e a importância da cooperação e da mutualidade cristã. Em tempos quando o egoísmo tem marcado o comportamento da maioria, e uma boa parte da humanidade vive apenas para os seus interesses e caprichos, a Igreja acredita em valores que não realçam apenas a pessoa humana, mas que procuram relevar o coletivo do povo de Deus.
Cooperar é “operar junto” é “caminhar com o outro” é “puxar na mesma direção” para que a tarefa seja executada a contento e traga resultado para todos. Cooperar é viver de acordo com as orientações divinas para que a experiência humana seja mais significativa e atinja melhores resultados desejados pelo Senhor. Essa manifestação cristã, evidenciada em nosso trabalho implica em amor, cuidado pelo outro, visão correta de obra de Deus, capacidade de viver a dimensão do Corpo e acima de tudo a expectativa da glória de Deus.
De acordo com I Coríntios 13 o amor tem que ser a “mola mestra” de toda movimentação que ocorre no corpo. Parece ser o “sangue” que corre nas “veias” da Igreja. Foi ele que motivou o Senhor Jesus a “dar a Sua vida” a favor de toda a humanidade bem como a preocupar-se com os pecadores que estavam condenados em seus “delitos e pecados”. O amor é fundamental para que a obra de Deus seja realizada em uma dimensão de graça e com relacionamentos harmônicos e sarados.
É necessário, em tempos quando tudo se volta para o indivíduo e não para o grupo, que o povo de Deus resgate a noção de Corpo apresentada em I Coríntios 12. Essa figura é a que melhor ilustra os inter-relacionamentos desenvolvidos pela Igreja. A multiplicidade de “membros” não teria nenhum significado se não estivesse interligada para uma “missão comum”, a vida e funcionamento do corpo. A saúde do “coletivo espiritual” depende da capacidade de cada “órgão” ou membro cumprir o papel para o qual fora designado.
A glória de Deus que se manifesta através da vida da Igreja, será vista se cada crente desejar em seu coração viver de acordo com o projeto divino. O Soberano pensou Seu projeto não apenas em pessoas, mas na congregação dos santos. Urge a necessidade que cada crente abra mão de sua visão egoísta e interesseira e se volte para as diretrizes apresentadas no “Grande Projeto” do Mestre. Cooperação deve ser a motivação maior do nosso coração traduzida em trabalho desinteressado e desprendido. Que o Senhor nos abençoe.